
Cena de Caçadores de Vampiras Lésbicas.
Um segundo batalhão foi enviado. Para minha suprema sorte, seu capitão era autoritário e obstinado, ordenando a seus homens que matassem todos os desertores possíveis do primeiro batalhão. Os exércitos do príncipe aniquilavam a si mesmos.
Sentindo que este novo batalhão não estava disposto a recuar, tomei a decisão de simplesmente... aniquilá-lo! Deixei que ele entrasse bastante na floresta e só então chamei minhas "crianças". Estes vieram mais famintos que nunca e, ao contrário da primeira vez, literalmente lhes dei ordem para avançar sobre a tropa. Sem temer tiros e coices, os lobos pularam sobre homens e cavalos, arrastando quantos pudessem com suas impiedosas presas. Dois se meteram entre as patas dos cavalos, fazendo-os perder o equilíbrio e cairem uns sobre os outros, juntamente com seus ocupantes. Quase toda a tropa foi ao chão. Dezenas de homens quebraram membros, ou encontraram a morte, quebrando pescoços e crânios. Os sobreviventes gritavam desesperados, tentando se desvencilhar de suas pesadas montarias. Porém, seus gritos apenas serviam para excitar a sanha dos lobos, que logo lhes pulavam sobre as gargantas. Os cavalos que conseguiam se erguer, não apenas arrastavam seus ocupantes, presos pelo freio, como pisoteavam quem estava embaixo. Para se livrar dos lobos, davam coices desesperados. Rostos, crânios e costelas de soldados eram terrivelmante fraturados.
Apenas seis cavalos não caíram com os demais, aqueles que seguiam na frente. Um deles era, evidentemente, o do capitão. Este, autoritário, careca e de longos bigodes negros, deu ordem para que seus oficiais atiressem nos lobos e matassem quantos pudessem. Um dos oficiais ainda replicou:
_Mas capitão, vamos acertar nossos homens!
_Não importa! Eles já estão morrendo! Atire nos lobos e os impessa de vir para cá, seu idiota! _vociferou o desalmado comandante.
Temerosos, os oficiais acataram a ordem. Para não desintegrar minha "tropa", dei-lhes ordem para baterem em retirada, o que fizeram rapidamente, sumindo entres as árvores e a bruma. Não perdi mais de uma dúzia de lobos na batalha, em compensação, o batalhão foi reduzido a menos de quarenta homens, dos quase trezentos originais. Cerca de quarenta morreram nas bocas famintas dos lobos. Outros vinte ou mais, quebram-se na queda dos cavalos e faleceram. Outros vinte e tantos, que conseguiram se desvencilhar dos cavalos, fugiram. Mais de dez ainda foram mortos pelos tiros disparados pelo capitão e seus oficiais.
Para piorar, numa perversa intolerância para com os desertores, o capitão ordenou que os oficiais abrissem fogo contra quem estivesse fugindo. Por fim, para não ter trabalho de carregar feridos _que eram muitos! _o sanguinário ordenou que estes fossem mortos. Os sobreviventes foram obrigados a prosseguir devagar, pois apenas a metade vinha montada. Exaustos e com pouca munição, montaram acampamento ao lado de um córrego.
_Mas capitão, vamos acertar nossos homens!
_Não importa! Eles já estão morrendo! Atire nos lobos e os impessa de vir para cá, seu idiota! _vociferou o desalmado comandante.
Temerosos, os oficiais acataram a ordem. Para não desintegrar minha "tropa", dei-lhes ordem para baterem em retirada, o que fizeram rapidamente, sumindo entres as árvores e a bruma. Não perdi mais de uma dúzia de lobos na batalha, em compensação, o batalhão foi reduzido a menos de quarenta homens, dos quase trezentos originais. Cerca de quarenta morreram nas bocas famintas dos lobos. Outros vinte ou mais, quebram-se na queda dos cavalos e faleceram. Outros vinte e tantos, que conseguiram se desvencilhar dos cavalos, fugiram. Mais de dez ainda foram mortos pelos tiros disparados pelo capitão e seus oficiais.
Para piorar, numa perversa intolerância para com os desertores, o capitão ordenou que os oficiais abrissem fogo contra quem estivesse fugindo. Por fim, para não ter trabalho de carregar feridos _que eram muitos! _o sanguinário ordenou que estes fossem mortos. Os sobreviventes foram obrigados a prosseguir devagar, pois apenas a metade vinha montada. Exaustos e com pouca munição, montaram acampamento ao lado de um córrego.
Preparei então para eles um fim digno do inferno. Esperei que tombassem tomados pelo sono e chamei minhas "criancinhas" com um longo uivo:
_Owuuuuuuuuuuuuuuuuuu-uul-uul-uuuuu!!!...
Os infelizes sentinelas que estavam de guarda, ainda tiveram o horror de ver meus lobos chegarem, com seus olhos brilhando como pontos de fogo no escuro, suas bocas de presas afiadas rosnando, babando e fumegando bruma. Os tiros que dispararam pouco lhes serviu de proteção, apenas despertaram os outros para a hora da morte. Famintos, minhas feras rasgaram a carne de todos que puderam. Muitos encontraram a morte ainda dormindo. Uma tempestade inesperada lavou o sangue dos mortos, que empapava o solo.
Porém, meu ataque não era desordenado, mandei que meus "bichinhos" poupassem o capitão e alguns homens, pois queria um trofeu e algumas testemunhas. Quando restaram apenas o capitão e seus seis amedrontados oficiais, apareci em forma espectral diante deles. Vendo-me flutuar fantasmagórica no ar, satisfizeram minha vontade, gastaram o restante de sua já pouca munição sobre meu espectro:
_Morra sua bruxa! Morra!... _vociferava o irado capitão, carregando sua pistola e disparando inúteis tiros , juntamente com seus oficiais, que ecoavam pela floresta.
Quando mais nenhuma bala restava em suas pistolas e mosquetes, desapareci. Os desafortunados tremiam e respiravam ofegantes de tanto medo. Poucos minutos depois, reapareci... mas agora em carne, osso e presas, acompanhada de meus leais cavaleiros. Mostrávamos nossos dentes agudos, nossos olhos vermelhos e rosnávamos sibilantes como felinos. Nos aproximamos lentos, para lhes causar mais terror e prever suas reações. Apavorados, eles empunharam suas espadas e adagas. Os cercamos e eles tremiam, dispostos a reagir se nos aproximássemos mais. O capitão vociferou:
_Vampira maldita, lutarei até morte!
Porém, contrariando sua expectativa, usei minha infalível arma: a sedução. Vestia apenas uma vaporosa camisola. A abri lenta e suavemente e mostrei meu corpo... Os homens arregalaram seus olhos, seus lábios caíram. Estendi então meus braços e chamei o capitão:
_Venha... Venha, Balász... _sussurrava sedutora, abrindo e fechando as mãos.
O capitão estremeceu todo, numa vertigem. Pôs as mãos sobre a cabeça raspada, os lábios caídos sob os grandes bigodes. Soltou um urro de desespero, por não conseguir conter o imperioso desejo que o tomava. Em seguida, simplesmente jogou a espada e caminhou até mim. Um dos oficiais se desesperou:
_Não, capitão! Não faça isso! Ela vai matá-lo, capitão!...
Porém, para minha pobre vítima era tarde demais. Absolutamente encantado, ele parou e se ajoelhou quando meu desejo silencioso assim ordenou. Ergui levemente meu pé esquerdo e ordenei:
_Beije!...
Como um escravo, ele se curvou e beijou avidamente meu pé, tremendo de volúpia. Então, abruptamente cortei seu derradeiro prazer:
_Basta!
Ele parou e ergueu o olhar alucinado para mim. Eu, por minha vez, movi os dedos sedutoramente, chamando meus homens. Estes se aproximaram mirando sua presa, embaixo. Anunciei então:
_Ele é todo de vocês!...
Ao dizer isso, despertei o capitão de seu transe. Ajoelhado, ele então olhou desesperado para cima, para seus algozes e gritou:
_Nãããããoooo!... Piedade!...
Porém, sem nenhuma piedade, meus companheiros agarraram-no pelos braços e pernas e afundaram suas presas em seu pescoço e membros. O sangue escorria grosso, enquanto o capitão gritava esganiçadamente:
_Aaaaaaaaaaaaaaaaaaahhh!!!... Aaaaaaaaaahhh!!!...
Seus homens cobriam o rosto com as mãos, diante de tamanho horror. Se contorcendo de dor e pavor, o capitão urrava. Ioan, numa cruel molecagem, cravou os dentes em sua careca. Por fim, para finalizar nosso espetáculo infernal, ordenei que o trouxessem para mim. Ainda vivo, ele olhou em meus olhos quando aproximei meu rosto do dele. Abri então a boca e _sibilante _mostrei-lhe minhas afiadas presas, babando por seu sangue. Ele ainda soltou um leve e engasgado urro de terror, antes de eu abocanhar seu pomo de adão _crouchl! _e puxá-lo para fora entre meus dentes. O sangue jorrou-lhe grosso de sua boca e seus olhos estagnados refletiram a morte. Olhando para seus homens, cuspi sua garganta. Em seguida, lambuzada de sangue, lhes disse:
_Vocês serão poupados, porém, digam ao príncipe, que o inferno o espera, se ele vier até aqui!
Trêmulos, os homens simplesmente assentiam afirmativamente com a cabeça.
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