Banho, de R. Barboza, Novembro de 2007.
Não me demorei mais, segui para o castelo de Oanna. Lá chegando, os portões já se encontravam abertos. Oanna me esperava em frente à porta. Sem sequer considerar a presença de meus companheiros, ela criticou:
_É incrível sua falta de consideração! Pergunto a mim mesma por que ainda a acolho!
_Jamais abandonaria Calidora! _rebati.
_Sua amiga não teve poder sequer de defender a si mesma! Quanto a mim, ainda tenho a gentileza de lhe abrir os portões de meu castelo.
_Sim, porque também não pode se defender sem minha ajuda, apesar de suas muralhas! _respondi malcriada.
_Você estaria morta agora, não fosse por mim! _respondeu ela irada. _Agora entre! Seu banho está pronto. Vejo que não se asseia há dias!
_Quanto a meus companheiros?
Sem responder, ela fez um sinal com o rosto para seu jovem cavalariço. Este se apressou em conduzir meus amigos.
_Por aqui, por aqui, por favor!
Minha pequena comitiva o seguiu. Desapeei de Agathon e o acariciei, numa breve despedida. Um outro cavalariço o levou para a estrebaria. Entrei sem pedir licença à Oanna e fui direto à sala de banho. Enquanto Dorotheea me banhava, Oanna aguardava, fulminando-me com seu olhar. Para seu maior aborrecimento, a criada grandalhona não resistiu em se aproveitar de meu corpo novamente. Como era seu costume, pediu que abrisse mais as pernas e começou a ensaboar entre minhas coxas, deslizando sua enorme mão da vulva até o meio de minhas nádegas. Irritada, Oanna a apressou:
_Vamos logo com este banho, Dorotheea!
_Já estou terminando, senhora! _respondia a criada, deslizando as mãos ensaboadas em minhas partes íntimas com mais velocidade.
Para irritar mais Oanna, fechei os olhos e apreciei o toque quente e libidinoso das mãos de Dorotheea. Sabendo que eu não estava apenas relaxando, ela se retirou da sala de banho exigindo:
_Aguardo você daqui há meia hora na sala de jantar!
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