
Cena de Drácula - De Bram Stoker.
Elas estavam juntas, como irmãs e olhavam direto para mim. A mais alta delas _que estava no meio e parecia ser a líder _falou então em seu característico koiné, que já conhecia de meus sonhos:
Eu simplesmente olhava para elas, com a respiração ofegante. Esperando algum pedido, alguma explicação de seu desesperado chamado. Foi quando minha respiração quase parou... e meu sangue gelou... Aterradores sorrisos, que mostraram presas longas e afiadas como as dos lobos, se abriram para mim. Não podia ser! Elas eram vampiras! Estavam ali para exigir minha alma! Para consolidar minha maldição! Eu caíra com meu pai! Pecara! Como as filhas de Lot!... Tremi como que congelada por um instante e por fim... gritei:
_Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah!!!...
Dei-lhe as costas! Corri! Corri! Corri!... Corri sem olhar para trás!... Um mundo de árvores e trilhas confusas se abriu à minha frente. A bruma envolvia a tudo!...Terrível! Como teia de gigante e aterradora aranha!... Os fantasmagóricos risos de minhas algozes ecoava, tomava o ar!...
_Wah-rrarrarrarrarrararrarrarrá!...
O terreno ondulante, de constantes subidas e descidas, desequilibrava-me, cansava-me as já fatigadas pernas. Meu vestido atrapalhava, pesava! Por vezes tinha de levantá-lo!... Em uma descida... tropecei!... Caí!!!... _A-aaaah!... _Minhas mãos ainda tiveram tempo de se apoiar e ferir-se no chão, para que não machucasse meus seios. Mas os risos ecoavam! Se aproximavam! Não!... Elas vinham logo atrás, zombando! Eu as sentia se aproximando! Mas não ouvia seus passos!... Levantei-me! Corri! Corri! Corri!...
Mudava de direção, tentando confundi-las. Mas era eu quem me perdia naquele labirinto de árvores. Minha respiração ofegava, esfumaçava na noite. Minhas mãos tolas tentavam abrir a pesada cortina de bruma, só para constatar que ele se fechava logo em seguida. Quase não reparava para onde estava indo. E sendo assim... por fim me vi novamente... na clareira!...
_Meu Deus!... Estou andando em círculos!... _conclui tardiamente._Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah!!!...
Dei-lhe as costas! Corri! Corri! Corri!... Corri sem olhar para trás!... Um mundo de árvores e trilhas confusas se abriu à minha frente. A bruma envolvia a tudo!...Terrível! Como teia de gigante e aterradora aranha!... Os fantasmagóricos risos de minhas algozes ecoava, tomava o ar!...
_Wah-rrarrarrarrarrararrarrarrá!...
O terreno ondulante, de constantes subidas e descidas, desequilibrava-me, cansava-me as já fatigadas pernas. Meu vestido atrapalhava, pesava! Por vezes tinha de levantá-lo!... Em uma descida... tropecei!... Caí!!!... _A-aaaah!... _Minhas mãos ainda tiveram tempo de se apoiar e ferir-se no chão, para que não machucasse meus seios. Mas os risos ecoavam! Se aproximavam! Não!... Elas vinham logo atrás, zombando! Eu as sentia se aproximando! Mas não ouvia seus passos!... Levantei-me! Corri! Corri! Corri!...
Mudava de direção, tentando confundi-las. Mas era eu quem me perdia naquele labirinto de árvores. Minha respiração ofegava, esfumaçava na noite. Minhas mãos tolas tentavam abrir a pesada cortina de bruma, só para constatar que ele se fechava logo em seguida. Quase não reparava para onde estava indo. E sendo assim... por fim me vi novamente... na clareira!...
Elas então surgiram à minha volta!... Saíam da bruma lentas e precisas. Serpentes meticulosas, até podia ouvi-las sibilar. Antes que eu pudesse gritar, caíram sobre mim.
_Aaaaaaaaaaaaah!... _girtei.
Duas me agarraram por trás, pondo meus braços para cima, com uma força surpreendente em suas mãos geladas. As outras levantaram meu vestido e agarraram-me pelas pernas. Arreganharam-me como a uma prostituta! Senti o vento gelado bater em minhas coxas e brincar com meus pelos pubianos. Protestei desesperada, me debatendo!
_Nãaaaaaaaaaaaaah-aão!!!... Não!...
Elas zombaram:
_Ninguém pode lhe ouvir, Irina, ninguém!... _disse a mais baixa às gargalhadas._Aaaaaaaaaaaaah!... _girtei.
Duas me agarraram por trás, pondo meus braços para cima, com uma força surpreendente em suas mãos geladas. As outras levantaram meu vestido e agarraram-me pelas pernas. Arreganharam-me como a uma prostituta! Senti o vento gelado bater em minhas coxas e brincar com meus pelos pubianos. Protestei desesperada, me debatendo!
_Nãaaaaaaaaaaaaah-aão!!!... Não!...
Elas zombaram:
Tentei me soltar de seus braços. Mas eles eram como correntes. Foi quando as que me agarravam as pernas, começaram apalpar minhas coxas e a bolinar meu sexo. Senti uma repulsa e agonia profundas!...
_Nãaaaaaaaaah-ão!!! Não! Me larguem! Me larguem! _gritei em protesto, tentando me desvencilhar, balançando minha cabeça de um lado para o outro e desgrenhando meus cabelos.
A líder respondeu então entre risos libidinosos:
_Não resista, Irina... Você gosta!... Você quer!...
_Nãããooo! Nãaaaaooo!!!... _reagia.
Ela e sua companheira então abriram meu corpete e minha blusa com a precisão do caçador que tira a pele da caça. Encheram suas mãos geladas com meus seios... Os apertavam e brincavam com os mamilos, com as pontas de seus dedos longos e frios. Enquanto isso, as duas embaixo passavam suas línguas viscosas em minhas coxas. Uma delas massageou minha vulva, sussurrando lúbrica:
_Como é linda! É ruiva e cálida!...
Chorando, eu tentava fechar as pernas, mas seus braços eram mais fortes que o dos guardas de tio István.
_Que delícia! _diziam sôfregas.
Minhas forças começaram a faltar. O cansaço da luta prolongada recaía sobre mim. Vendo-me perder a luta, intensificaram sua sedução:
_Isso, patriciazinha, se entregue!... Não resista!... _dizia a líder de forma sibilante.
Elas começaram a tomar minha alma. Meu corpo e minha mente eram entorpecidos pela volúpia, que parecia mesmo uma droga. Suas leves mordidas emitiam ardores que subiam até meus mamilos e faiscavam no coração. Minha boca secou... e depois se umedeceu.
Foi então que senti as duas descerem minhas coxas, ao mesmo tempo, molhando-as com suas línguas. Olhei para entre minhas pernas e vi quando seus rostos se tocaram e elas se enfureceram.
_Kaarrr!!! Rakaarrr!!!...
Rosnavam como lobas famintas, brigando por meu sexo! Mostrando suas presas, ameaçadoramente, uma contra a outra!... Tentavam morder-se, abocanhando terrivelmente o ar. E mal uma vacilava, a outra já abocanhava minha a vulva.
_Aaaaaaaaah!!!... _gritava, retorcendo-me para trás.
Meus pelos avermelhados estavam molhados, pingando. Suas línguas me penetravam como navalhas úmidas. Lambiam lábios, pistilo, sugavam minha flor inchada, escorrendo o meu mel.
Em cima, uma das que me agarrava os braços desceu e começou a abocanhar meu corpo. Enfiou então a língua em meu umbigo. Estremeci!... A líder provocava:
_Isso, Irina! Não resista! Goze! Gozeee!!!..._Kaarrr!!! Rakaarrr!!!...
Rosnavam como lobas famintas, brigando por meu sexo! Mostrando suas presas, ameaçadoramente, uma contra a outra!... Tentavam morder-se, abocanhando terrivelmente o ar. E mal uma vacilava, a outra já abocanhava minha a vulva.
_Aaaaaaaaah!!!... _gritava, retorcendo-me para trás.
Meus pelos avermelhados estavam molhados, pingando. Suas línguas me penetravam como navalhas úmidas. Lambiam lábios, pistilo, sugavam minha flor inchada, escorrendo o meu mel.
Em cima, uma das que me agarrava os braços desceu e começou a abocanhar meu corpo. Enfiou então a língua em meu umbigo. Estremeci!... A líder provocava:
Elas então tiraram totalmente minhas roupas, as jogaram sobre o chão e deitaram-me nua sobre elas. O frio era intenso, mas eu ardia, como se estivesse em chamas. A líder então ordenou:
_Fique de quatro, patriciazinha, fique!...
Com a vontade estranhamente dominada, obedeci. Empinei-me feito a mais ordinária das rameiras. A líder veio então por trás e abocanhou meu sexo.
_Aa-aa-a-ah... _gemi, quase sofrendo.
Lambeu e chupou forte. Enlouqueceu-me desta forma por um tempo que pareceu interminável, até que, numa atitude vil... abriu minhas nádegas e sodomizou-me com a língua.
_Aaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhh!!!... _gritei._Aa-aa-a-ah... _gemi, quase sofrendo.
Lambeu e chupou forte. Enlouqueceu-me desta forma por um tempo que pareceu interminável, até que, numa atitude vil... abriu minhas nádegas e sodomizou-me com a língua.
_Isso, Irina, grite! Grite! Você gosta! _diziam as outras, gargalhando e dando-me tapas fortes nas nádegas.
Chorando, numa confusão de culpa, vergonha, volúpia e desespero, comecei a rebolar feito uma puta sem valor. A líder se fartava, enfiando e tirando a língua. Mexia com a cabeça para os lados, com a língua enterrada no fundo, fazendo-me urrar. Quando cansou-se de me devorar com sua boca, invadiu-me com os dedos. Introduziu o indicador e o médio em minha vulva e o polegar entre minhas nádegas!... Gani feito uma cadela. Ela fazia movimentos rotativos e de vai-e-vem. Provocava:
_Isso, sua prostitutazinha! Mexe as ancas, mexe!...
Uma das outras, então, puxou-me pelos cabelos e beijou-me a boca. Praticamente devorou-a. Sua língua se enroscava louca na minha e seus lábios se esfregavam ensandecidos nos meus. Seu hálito ferroso me embriagava. Ao parar, vociferou:
_Gostou?! Gostou, sua patriciazinha suja?! Gostou de beijar minha boca, gostou?!... Heim, sua patriciazinha suja, prostituta!...
Pegou então meu rosto com força, pressionando meus lábios, trincando meus dentes, como os de um animal. Balançou minha cabeça de um lado para o outro, desgrenhando meus cabelos e por fim, desferiu um tapa em meu rosto: _pah! _Gritei _Aah! _e cai para o lado, já sem forças.
Comecei a desfalecer... mas antes que perdesse os sentidos, senti uma poderosa dentada em meu pescoço. A dor enrijeceu todos os meus músculos, de forma que mal conseguia respirar... A líder sugava meu sangue com força. Drenava-me com fúria e eu sentia minhas forças se extinguirem. Minhas pernas tremiam, meu corpo foi esfriando. Senti sede. Comecei então a ouvir os risos das outras, como ecos distantes. Desfaleci... e nem senti quando elas todas se serviram de meu sangue.
Perfeito a descrição dessa consumação. Prenhe de lirismo erótico e cada detalhezinho é recheada de imagens ricas e envolvente. essa parte em que Irina compara as vampiras como lobas famintas devorando a vagina é simplesmente do caralho. muito rico esse trbalho.
ResponderExcluircontinuo a acompanhar a novela.