
Sentei-me à mesa para comer o desjejum, Oanna estava sentada à minha espera. Minha cadeira fora posta ao lado da sua. Uma criada, que até então não conhecera, jovem como as outras, de pele bastante branca e cabelos e olhos negros, estava de pé ao seu lado. Tão logo sentei, ela já foi me servindo. Tão logo terminou, Oanna a agradeceu e dispensou:
_Obrigado, Simona, pode retornar à cozinha. Se precisar, chamarei.
_Pois não, senhora.
Comecei a tomar a sopa em silêncio. Oanna se limitou a saborear um taça de vinho. De repente, quando fui pegar um pedaço de pão, algo inesperado aconteceu. Senti uma leve tontura, acompanhada de uma sensação clara de fraqueza, como se estivesse convalescente de uma doença. Pus a mão sobre a testa e minha cabeça pesou. Oanna lançou um olhar censurador sobre mim e, com um sorriso sínico nos lábios, sentenciou:
_Não está se sentindo muito bem, não é, Irina?... Claro que não está. Lamento por você, mas é culpa sua, meu amor...
_Do que está falando? Eu posso adoecer? _indaguei meio zonza.
_Não como as outras pessoas. Mas... como elas, você pode ficar fraca... por falta de alimento.
Fechei os olhos revoltada com minha condição. Oanna continuou seu sermão:
_Você é uma vampira, Irina. O alimento normal pode lhe sustentar apenas em parte, você sabe disso. Exatamente agora, seu organismo precisa de sangue... ou de "leite"...
_Me dê leite de cabra... _clamei.
_Infelizmente não crio cabras, querida. Sempre pego leite com os aldeões e agora está muito tarde para isso, eles já estão dormindo _respondeu com ironia.
_Me deixe correr atrás de ladrões... _reagi, ainda que enfraquecida._Me dê leite de cabra... _clamei.
_Infelizmente não crio cabras, querida. Sempre pego leite com os aldeões e agora está muito tarde para isso, eles já estão dormindo _respondeu com ironia.
_Não temos ladrões por aqui, Irina. Minha guarda especial já pegou todos.
_Me deixe deitar com o cocheiro... _teimei.
_Não, Irina. Só compartilho meus criados varões com quem mostra... gratidão. E você não se mostrou disposta a retribuir a ajuda que estou lhe dando.
_Vou atacar sua criada grandalhona... _ameacei.
_Vou atacar sua criada grandalhona... _ameacei.
Como resposta, a porta da sala fechou sozinha, batendo com força. Oanna começava a mostrar seus poderes. Com um olhar arrogante e desafiador, continuou, com seu tom calmo e pedante:
_Você não fará mal à minha criada, nem a meus cavalos, nem ao povo que habita minhas terras. E aviso que lhe matarei se fizer isso.
Olhei para ela, enfurecida, porém fraca e cada vez mais zonza. Sua imagem começava a esfumaçar-se. Ela continuou:
_Você não tem mais forças para reagir, Irina, logo desfalecerá. Se isso acontecer, mandarei Dorotheea pôr você na cama... com uma linda rosa silvestre entre seus belos seios. _disse puxando o decote de minha camisola com seu indicador e soltando um leve riso.
_Seria lindo, não acha? _continou. _Teria você como uma boneca, só para mim! _riu levemente _E a acordaria... apenas quando desejasse...
Furiosa, arranhava a madeira da mesa, enquanto tentava manter a consciência desperta. Irredutível, balbuciei um insulto:
_Sua... cafetina... ordinária..._Insultar-me de nada adiantará, Irina. _rebateu. _Porém, se for uma boa menina...
Neste momento, ela parou de falar, olhou em direção à porta e estalou os dedos.
_Ciprian! _chamou.
A porta então se abriu e adentrou à sala um belo jovem, baixo e forte. Ele se aproximou dela, claramente encantando. Ela se levantou, o acariciou atrás da nuca e concluiu:
_Terá este meu belo cavalariço entre as pernas...
_Terá este meu belo cavalariço entre as pernas...
Ela então assentiu a ele, levemente, com a cabeça e ele abriu as calças, pondo para fora um membro de bom dote.
_Veja, Irina... como é grande e grosso... e cheio de leite... o falo deste potro. _provocou ela, pegando e esfolando o membro do cavalariço, que se mantinha alucinado por seu encantamento. Continuei resistindo, olhando furiosa para ela, com os dentes rilhados. Ela intensificou sua provocação. Abaixou-se, tirou os colhões do cavalariço para fora das calças. Colheu-os com sua mão de longas unhas, acariciando-os. Em seguida, massageou seu membro, masturbando-o. Sorriu então sordidamente para mim e engoliu o falo, quase até a base. Felou-o com os olhos fechados e as bochechas chupadas, demonstrando intensa volúpia. Depois parou e voltou a provocar:
_Hummm... pude até sentir um pouco do sabor do leite... Como é doce... e quente...Enfraquecida, me rendi.
_Está bem... sua... cafetina... Fico ao seu... serviço... até poder... matar você...
Ela riu levianamente e respondeu:
_Que assim seja, querida!...
Ergue-se então e assentiu para Ciprian. Este veio até mim e, com seus fortes braços, ergueu-me como a um trapo e jogou-me sobre a mesa. Sem nenhum pudor, levantou minha camisola até acima dos seios, abriu-me as pernas e penetrou-me. Senti seu aríete invandir-me dolorosamente a carne. Mas uma onda de calor logo apaziguou meu sofrimento.
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