Numa cerimônia simples, cremamos os corpos de nossos mortos. Estavam livres agora. Não precisavam de recomendações para suas almas, a morte lhes bastava. Mantivemos silêncio, enquanto seus corpos eram consumidos pelas chamas. Depois, recolhemos suas cinzas e as atiramos do alto das torres do castelo, para fertilizarem o solo.
Quando nos recolhemos, Oanna veio fazer sua cobrança:
_Vejo que você ainda não avaliou direito as consequências de seu magnífico plano.
_Se tivéssemos utilizado Ion e seus homens, o resultado seria muito mais auspicioso. _rebati serenamente.
_Não venha dizer que a culpa é minha! Foi você quem resolver começar esta loucura desde o início! _vociferou.
_Queria que eu ficasse aqui, como uma covarde, sendo apenas mais uma de suas prostitutas? _provoquei.
_Sim! E nada disso teria acontecido! E quer que lhe mostre mais! Feche os olhos e veja! Veja o que você conseguiu!...
Fechei meus olhos e vi Traian lutando contra vários vampiros. Ele brandia sua espada e os afastava com golpes precisos, na garganta e no coração. De repente, Ilona, surgiu e, antes que ele consiguisse reagir, mordeu seu pulso esquerdo. Ele gritou, porém, demonstrando, frieza, resistência a dor e reflexo impressionantes, avistou a pistola de um soldado caído ao seu lado. Abaixou-se, mesmo sentindo as presas de Ilona rasgarem-lhe o pulso, e a pegou com a mão direita. Foi quando notei que ele também era ambidestro, pois brandia a espada com a esquerda. Ele então encostou a pistola entre os seios de Ilona e disparou. Ao sentir o impacto ela largou seu pulso, andou cinco passos para trás e parou, cambaleante, o olhar perdido. Com a mão esquerda banhada em sangue, ele armou calmamente a pistola e disparou o fatídico tiro, que a atingiu ao alto da testa, atravessando a cabeça.
Antes que ele pudesse se regozijar, porém, Catalina surgiu selvagem. Com uma rapidez incrível, ele carregou a pistola e ainda apontou para ela, mas Petre o agarrou por trás e lhe desferiu uma poderosa mordida entre o ombro e o pescoço. Traian fechou os olhos e gritou. Porém, numa reação inimaginável, abriu novamente os olhos e disparou contra Catalina, que já estava bem próxima. Ao ser atingida, ela estacou, olhou para o ferimento e passou a mão sobre o peito ensanguentado, como se não acreditasse que tinha sido atingida. Sendo fortemente sugado por Petre, Traian puxou uma adaga da cintura e a cravou em sua coxa. Petre o largou. Mostrando incrível força e determinação, Traian virou-se e tentou armar novamente a pistola, porém não possuia mais chumbo na algibeira. Sem pestanejar, jogou a arma fora, tomou da espada e desferiu um golpe na garganta do cocheiro. Vendo-o golfar sangue pela boca, aproximou-se e terminou de ceifar sua vida, enterrando a espada em seu coração.
Após tirar a espada do peito de Petre e vê-lo tombar, rumou para o portão. Trazia a mão sobre o ferimento entre o ombro e o pescoço, que sangrava sobremaneira. Rilhando os dentes _sentindo toda uma dolorosa tensão sobre seus músculos! _ele conseguiu entreabrir o portão e fugir, esgueirando-se pela fresta. Logo a seguir, ele apareceu caído em algum lugar, sob uma faia. Estava morrendo... Sua compleição se apresentava muito pálida e ele respirava com dificuldade. Antes de expirar, sua boca balbuciou sem parar:
_Maldição... maldição... maldição...
_Vejo que você ainda não avaliou direito as consequências de seu magnífico plano.
_Se tivéssemos utilizado Ion e seus homens, o resultado seria muito mais auspicioso. _rebati serenamente.
_Não venha dizer que a culpa é minha! Foi você quem resolver começar esta loucura desde o início! _vociferou.
_Queria que eu ficasse aqui, como uma covarde, sendo apenas mais uma de suas prostitutas? _provoquei.
_Sim! E nada disso teria acontecido! E quer que lhe mostre mais! Feche os olhos e veja! Veja o que você conseguiu!...
Fechei meus olhos e vi Traian lutando contra vários vampiros. Ele brandia sua espada e os afastava com golpes precisos, na garganta e no coração. De repente, Ilona, surgiu e, antes que ele consiguisse reagir, mordeu seu pulso esquerdo. Ele gritou, porém, demonstrando, frieza, resistência a dor e reflexo impressionantes, avistou a pistola de um soldado caído ao seu lado. Abaixou-se, mesmo sentindo as presas de Ilona rasgarem-lhe o pulso, e a pegou com a mão direita. Foi quando notei que ele também era ambidestro, pois brandia a espada com a esquerda. Ele então encostou a pistola entre os seios de Ilona e disparou. Ao sentir o impacto ela largou seu pulso, andou cinco passos para trás e parou, cambaleante, o olhar perdido. Com a mão esquerda banhada em sangue, ele armou calmamente a pistola e disparou o fatídico tiro, que a atingiu ao alto da testa, atravessando a cabeça.
Antes que ele pudesse se regozijar, porém, Catalina surgiu selvagem. Com uma rapidez incrível, ele carregou a pistola e ainda apontou para ela, mas Petre o agarrou por trás e lhe desferiu uma poderosa mordida entre o ombro e o pescoço. Traian fechou os olhos e gritou. Porém, numa reação inimaginável, abriu novamente os olhos e disparou contra Catalina, que já estava bem próxima. Ao ser atingida, ela estacou, olhou para o ferimento e passou a mão sobre o peito ensanguentado, como se não acreditasse que tinha sido atingida. Sendo fortemente sugado por Petre, Traian puxou uma adaga da cintura e a cravou em sua coxa. Petre o largou. Mostrando incrível força e determinação, Traian virou-se e tentou armar novamente a pistola, porém não possuia mais chumbo na algibeira. Sem pestanejar, jogou a arma fora, tomou da espada e desferiu um golpe na garganta do cocheiro. Vendo-o golfar sangue pela boca, aproximou-se e terminou de ceifar sua vida, enterrando a espada em seu coração.
Após tirar a espada do peito de Petre e vê-lo tombar, rumou para o portão. Trazia a mão sobre o ferimento entre o ombro e o pescoço, que sangrava sobremaneira. Rilhando os dentes _sentindo toda uma dolorosa tensão sobre seus músculos! _ele conseguiu entreabrir o portão e fugir, esgueirando-se pela fresta. Logo a seguir, ele apareceu caído em algum lugar, sob uma faia. Estava morrendo... Sua compleição se apresentava muito pálida e ele respirava com dificuldade. Antes de expirar, sua boca balbuciou sem parar:
_Maldição... maldição... maldição...

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