
Eu e Oanna descemos e fomos para uma sala que eu desconhecia. Lá havia mosquetes, pistolas, espadas e adagas penduradas na parede, lanças, machados, enfim toda sorte de armas. Era seu armazem. Ela pegou uma espada e jogou-me outra. Peguei-a no ar com facilidade, o que de certa forma me impressionou, pois não sabia que estava com reflexos tão bons. Já consciênte de tudo o que se passava comigo, Oanna já foi me instruindo:
_Nós temos não apenas mais força que os mortais, mas reflexos mais rápidos. Espero que sabia usá-los, pois vou lhe atacar sem piedade...
_Nós temos não apenas mais força que os mortais, mas reflexos mais rápidos. Espero que sabia usá-los, pois vou lhe atacar sem piedade...
Empunhei a espada como resposta. Ela começou golpeando enganosamente, fingindo dar um corte lateral, para, em seguida, dar um grande salto, rodopiar no ar e descer projetando a espada direto entre meu obro e o pescoço, o que faria a lámina enterrar-se até meu coração. Afastei-me rápida, girando para a direita e deixei ela cair, cravando a espada no chão. Então, rodopiei e cortei o ar. O corte deceparia o pescoço de Oanna, se ela não se abaixasse imadiatamente. Ela então desencravou a espada do chão e tentou rasguar-me as tripas, num corte lateral ascendente, mas eu já rodopiava para trás dela, projetando a espada, com força, para atravessar seu coração pelas costas. Ela girou e fugiu de minha lâmina, cuja ponta cravou-se no chão de pedra, faiscando.
Oanna veio então por trás, girando a espada sem piedade, para cortar-me a cabeça. Sabendo não poder tirar a espada encravada na pedra imediatamente, abaixei-me e empurrei-a com um chute no ventre. Ela caiu de costas no chão. Com os dois pés, chutou o ar e ergue-se num pulo. Eu sabia que ela iria me afastar daquela forma, se estivesse com a espada sobre ela. Mas eu estava mais distante, desencravando minha espada. Ganhei tempo e me armei. Quando se ergueu, ela já me encontrou já de espada em riste, pronta para recebê-la.
Pôs-se em posição de combate, já com os olhos vidrados, mostrando as presas, como uma leoa furiosa! Seu olhar deixava claro que ela não exitaria em me matar. Mostrei então minhas presas, deixando claro que também não temeria em fazer o mesmo com ela. Nossas espadas se bateram no ar. Golpeamos uma contra outra sem piedade. Ela se mantinha estrategicamente de costas para a parede onde havia as armas. Ataquei-a então impiedosamente, para forçar minha aproximação em direção à parede. Ela notou, obviamente, e me deu um chute na boca do estômago, no momento em que erguia a espada. Encolhi-me com dor e sem ar, ela projetou a espada direto em minhas costas. Mas esta apenas cravou-se no chão. Cai rapidamente para a esquerda, rolei e tomei uma boa distância, indo para a parede. Atirei então a espada em sua direção, como se fosse uma mera faca. Ela rodopiou, cortando o ar, e teria partido o crânio de Oanna em dois, se ela não a jogasse para o lado com um golpe rápido. Arrancara sua espada do solo bem a tempo.
Oanna veio então por trás, girando a espada sem piedade, para cortar-me a cabeça. Sabendo não poder tirar a espada encravada na pedra imediatamente, abaixei-me e empurrei-a com um chute no ventre. Ela caiu de costas no chão. Com os dois pés, chutou o ar e ergue-se num pulo. Eu sabia que ela iria me afastar daquela forma, se estivesse com a espada sobre ela. Mas eu estava mais distante, desencravando minha espada. Ganhei tempo e me armei. Quando se ergueu, ela já me encontrou já de espada em riste, pronta para recebê-la.
Pôs-se em posição de combate, já com os olhos vidrados, mostrando as presas, como uma leoa furiosa! Seu olhar deixava claro que ela não exitaria em me matar. Mostrei então minhas presas, deixando claro que também não temeria em fazer o mesmo com ela. Nossas espadas se bateram no ar. Golpeamos uma contra outra sem piedade. Ela se mantinha estrategicamente de costas para a parede onde havia as armas. Ataquei-a então impiedosamente, para forçar minha aproximação em direção à parede. Ela notou, obviamente, e me deu um chute na boca do estômago, no momento em que erguia a espada. Encolhi-me com dor e sem ar, ela projetou a espada direto em minhas costas. Mas esta apenas cravou-se no chão. Cai rapidamente para a esquerda, rolei e tomei uma boa distância, indo para a parede. Atirei então a espada em sua direção, como se fosse uma mera faca. Ela rodopiou, cortando o ar, e teria partido o crânio de Oanna em dois, se ela não a jogasse para o lado com um golpe rápido. Arrancara sua espada do solo bem a tempo.
Antes que ela pudesse me pegar desarmada, dei um grande salto em direção à parede oposta, onde pendiam as armas. Agora Oanna tinha motivos para se preocupar... tomei duas adagas em minhas mãos! Minha arte secreta! Ao ver-me empunhando duas adagas, Oanna parou, em postura de combate. Tinha plena consciência que aquela devia ser uma arte que eu dominava. Tomando coragem, se lançou contra mim. Rodopiou e cortou o ar. Minha adaga esquerda aparou sua lâmina rapidamente. Rodopiei no mesmo sentido do golpe, projetei-me para trás dela, e perfurei o ar com a adaga direita. A teria enterrado toda em seu coração, se ela não desse uma cambalhota rápida para frente, erguendo-se logo em seguida, em posição de combate. Minha adaga, porém, ainda foi rápida o suficiênte para rasgar-lhe o vestido, entre as pernas. Teria rasgado a carne de uma de suas coxas, se ela não tivesse aberto as pernas estrategicamente.
Oanna encarava-me com os dente rilhados, ofegante, os olhos faiscando!... Com uma adaga em cada mão, movia-as rapidamente, como se fossem lâminas de uma máquina rotativa. Encarava Oanna pronta para matá-la!... Mas ela foi sábia, baixou sua espada e disse:
_Vejo que foi bem treinada por seu pai.
Não lhe respondi nada, apenas me mantive em minha postura, ainda esperando por sua reação. Para mostrar-me que se rendera, jogou a espada no chão. Em seguida prometeu:
_Amanhã trarei dois de meus melhores homens para treinar com você. Não serei tola em lhe enfrentar da forma errada.
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